
Rodrigo Maia, então presidente da Câmara dos Deputados, manteve uma relação inicialmente institucional e colaborativa com Jair Bolsonaro no início do governo. Apesar de não ser um aliado ideológico, Maia foi peça-chave na aprovação de pautas econômicas importantes, como a reforma da Previdência.
Com o tempo, porém, a relação se deteriorou devido a ataques verbais do presidente, conflitos com o Congresso e divergências sobre condução política. A partir de 2020, Maia passou a criticar abertamente Bolsonaro, acusando-o de enfraquecer a democracia e romper o diálogo institucional, consolidando um afastamento definitivo.
